O escritor Willian Bezerra, grande aposta do suspense nacional, tem arrastado multidões para o estande da Editora Flyve.
A literatura de suspense nacional acaba de provar sua força na Bienal do Livro da Bahia. Em sua primeira participação no evento baiano, o autor paulista Willian Bezerra transformou seu thriller psicológico, “A Oitava Garota”, no grande destaque do estande da Editora Flyve.
Desde o início da feira, no dia 15, a obra assumiu o primeiro lugar absoluto no ranking de vendas diárias da editora. O sucesso de público tem sido tão estrondoso que a equipe já trabalha com a possibilidade real de esgotamento total do estoque antes mesmo do fim da passagem do autor pelo evento.
Willian estará presente no estande da Flyve até o dia 20, participando de sessões de autógrafos e conversando com os novos fãs. No entanto, o ritmo acelerado de vendas gerou um alerta: quem quiser garantir um exemplar físico autografado precisa correr.
O fascínio do público baiano pela obra não é por acaso. “A Oitava Garota” é um suspense psicológico de tirar o fôlego que acompanha Ana, uma jovem lidando com o luto que se muda para uma fazenda isolada. Lá, ela passa a ser atormentada por um sonho de um assassinato brutal.
Quando sua melhor amiga desaparece, Ana inicia uma investigação por conta própria, esbarrando em segredos rurais e uma ameaça mortal.
Formado em Publicidade, Cinema e Roteiro, Willian Bezerra trouxe para as páginas de seu romance a dinâmica ágil e visual dos grandes filmes e livros de terror, como obras de Stephen King. Essa mistura de terror rural, seitas e mistério psicológico tem sido o principal atrativo para os leitores que buscam narrativas intensas.
“A recepção do público baiano está sendo indescritível. Ver a fila de leitores e saber que a história da Ana está conectando tantas pessoas é a maior recompensa para um escritor”, celebra o autor, que já prepara o terreno para o lançamento de seu próximo livro “Debaixo do meu Jardim”, situado no mesmo universo literário.
Para os apaixonados por mistérios de roer as unhas que visitam a Bienal da Bahia, a parada no estande da Editora Flyve tornou-se obrigatória — pelo menos enquanto os exemplares de “A Oitava Garota” durarem.